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Chás e Infusões

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Degustando chás

Se você está aqui, acompanhando nossos textos sobre um assunto tão específico, os chás, certamente você é um fã, um admirador dos chás! Atualmente um termo define estes apaixonados: tealovers!

E como tealover, descobrindo cada vez mais novidades sobre o universo dos chás, você pode se tornar um verdadeiro degustador! Sim… tomar chás ou infusões por si só é delicioso, uma experiência que nos traz sensações reconfortantes e muito agradáveis. Mas conhecer a complexidade dos chás (especialmente os chás da Camellia Sinensis) pode ser algo muito interessante e até divertido! 

Para se preparar para a prática da degustação, precisamos entender um pouco melhor sobre o funcionamento dos órgãos dos sentidos.

Aroma, sabor, textura, visão, entre outras características atuam juntos para poder identificar tudo o que o chá oferece em termos sensoriais. Vejamos:

Olfato

Antes de beber o chá, você sente o cheiro (experimente fechar os olhos na hora de inalar, você notará mais intensidade na captação dos aromas). Como as folhas liberam os aromas na superfície do líquido, você pode aproximar o nariz ao líquido e assim o sistema olfativo será acionado. Em seguida, expire também pelo nariz, pois alguns aromas permanecem na cavidade nasal e isso facilita a percepção de sabores ao ingerir o chá.

Paladar

As papilas gustativas contém receptores de sabor que enviam mensagens ao cérebro. Ao beber o chá, secreta-se saliva, o que altera ou diminui o sabor do chá. Portanto, para avaliar toda a composição de sabor, beba-o rapidamente e deixe espalhar por toda a língua.

Textura

A textura é sentida quando o chá entra em contato com os dentes e a mucosa da boca. A sensação do chá na boca é definida pela adstringência, pelo corpo e pela suavidade. Os chás com menos adstringência nos dão a sensação de serem mais suaves (como o chá branco por exemplo), enquanto os chás com maior adstringência, deixam uma sensação “distorcida” na boca.

Importante:

O sabor é resultado da combinação do aroma com o gosto (paladar). Inclusive, o cheiro é tão importante que representa 75% do gosto. Os óleos aromáticos voláteis dos chás evaporam e entram na cavidade nasal à medida que o líquido é ingerido e só assim pode-se sentir a complexidade da bebida.

E ainda sobre a adstringência, esta pode ser identificada pela sensação de contração e secura na boca causada pelo chá. Quanto mais taninos liberados no líquido (o que pode ocorrer se a infusão for muito prolongada), maior será esta sensação. Os especialistas valorizam a adstringência na medida certa, pois em excesso pode ser desagradável.

Um ponto importante: os chás (camellia sinensis) podem liberar aromas e sabores de flores, ervas, herbais, proteínas, e quanto maior for o seu repertório de sabores, mais fácil será beber um chá e dizer “sinto um aroma e sabor floral” por exemplo.

Chá verde Chinês (chá especial de folhas soltas)

Além da atuação conjunta dos órgãos dos sentidos citados acima (olfato, paladar e até a visão), a experiência de degustação será aprimorada se o chá for preparado com atenção plena. Um momento tranquilo para prepará-lo fará toda a diferença para perceber as sutilezas da bebida.

Exercite a curiosidade pelos chás! Se concentre… e então, prepare, sinta, beba e faça maravilhosas descobertas!

Fonte:

O livro do chá – Linda Gaylard – Publifolha

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